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Passo
Fundo, numa atitude pioneira no Brasil e na Américas, desde novembro
de 1997, tornou-se o primeiro município fora da Europa a integrar
a rede Cidades-Refúgio.
A Rede Cidades-Refúgio, lançada em 1994 pelo Parlamento Internacional de Escritores - PIE, foi criada com propósito de garantir a vida de intelectuais, cineastas e outros artistas perseguidos em seus países de origem. O termo "refugiado", descreve pessoas que deixaram ou permaneceram fora do seu próprio país porque elas têm um fundado temor de perseguição, ou porque sua segurança é ameaçada por eventos que seriamente comprometem a ordem pública. O tempo de permanência
de cada refugiado será de um ano. Em troca da hospitalidade
que se extende aos seus familiares, incluindo residência mobiliada,
o refugiado deverá ministrar palestras, cursos e participar
da vida acadêmica do município, além de trabalhar
em seus próprios projetos profissionais, trazendo assim, benefícios
para a comunidade e intensificando ainda mais a vida cultural da cidade.
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